• Clóvis Nicacio

Feliz transição de década {Alerta de Spoilers}



Um segundo depois do outro, um minuto depois do outro, uma hora depois da outra, um dia depois do outro, um ano depois do outro. Visto assim o tempo parece ser uma monotonia infinita. Não é! Cada novo momento é único, totalmente aleatório e jamais repetido.

O que parece monótono é a linearidade. A Literatura e o Cinema exploram o tempo como um gerador das mais intrigantes historias, apenas interferindo na linearidade. O assunto torna-se muito rico.

Algumas vezes usam o salto temporal, como no caso do Capitão América, congelado por 70 anos. Foi um salto de tempo na vida dele. Outro exemplo, bem mais complexo, pode ser visto no filme Interestelar.

Muitos casos apelam para a quebra da linearidade, alterando o passado para criar um futuro diferente. Lembram do Marty McFly, em De Volta para o Futuro? Ele quase se condenou a inexistência ao alterar o passado. Esse é um risco de se mexer na história. No caso dele, tinha um Doutor Emmett Brow para alertar do perigo e corrigir a falha. Em O Exterminador do Futuro, criar a falha e alterar a história era a missão do androide assassino, visando se proteger no próprio futuro. Foi impedido por outros viajantes temporais.

Autores e roteiristas não trabalham só com o tempo linear. Em Vingadores – Ultimato, foram explorados mais de um paradoxo. O estalo de dedos do Hulk permitiu a volta não apenas dos eliminados no primeiro estalo (paradoxo temporal), mas de outros vindos de dimensões paralelas (paradoxo dimensional). Mexer com o tempo pode ter efeitos diversos, incluindo a criação de outras dimensões. A Anciã explicou isso para o Hulk.

O filme A Chegada (disponível na Netflix), sugere um pedido de ajuda usando paradoxos temporais: os aliens vieram ajudar a humanidade esperando retorno da ajuda em alguns milênios. São muito otimistas.

Em As Cinco Esposas de Nathan (disponível na Amazon), minhas Guardiãs da História obedecem fielmente ao tempo linear. Elas confirmam a História, não admitindo nenhum desvio.

Estou escrevendo outro livro explorando paradoxos temporais. É uma mistura de Super Máquina com O Exterminador do Futuro. Assassinos robóticos espaciais serão exterminados por alguém conhecido apenas como Major. Na aniquilação, descobrem uma ligação desse nome com uma detetive na Terra. Algumas unidades escapam, voltando no tempo para eliminar a mulher. Uma dessas unidades sobreviventes é capturada pela Polícia do Espaço, provocando a criação de uma força interestelar de proteção. Uma nave é adaptada para se esconder na Terra, trazendo um Policial cuja missão será proteger a mulher. A previsão para aportarem na Terra está estimada em meados de 2020.

A virada de ano em dezembro de 2019 tem um momento único na História. Será uma transição de década, quando o Século XXI sairá da infância e adolescência para ingressar numa nova fase. Ainda não é adulto, mas tem tempo de amadurecer. Talvez esteja adulto na próxima transição, quando chegar a 2030.

Até lá, depende apenas do que faremos com cada momento nos ofertado.

Tenha uma Feliz Transição de Década, ou como dissemos no passado, pensando numa fatia de tempo menor: Feliz Ano Novo.

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