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Dia Interplanetário das Mulheres

Hoje é o Dia Internacional das Mulheres. Se depender de mim logo teremos o Dia Interplanetário delas. Quase todos os meus livros e contos são habitados por mulheres empoderadas e marcantes, não importa se a aventura acontece na Terra, no espaço ou em outras épocas.

Hoje, os convido para conhecer Alana, a japonesinha sorridente que abalou o mundo. Começou quando ela foi assassinada em 1730, transformada em vampira, com 25 anos de idade. Inconformada, sempre lutou contra a sede de sangue. Nos 170 anos seguintes foi escravizada pelo Imperador dos Vampiros, no Japão e na Europa, aterrorizando os Caçadores de Vampiros e ganhando o apelido de Demônio Sanguinário. Fugiu em 1900 para tentar uma vida entre humanos. Chegou até a Corte na Áustria, onde foi traída quando era a Duquesa de Caríntia. Durante a Primeira Guerra Mundial travou uma batalha sanguinolenta contra o Sol e venceu. O prêmio foi o direito de andar durante o dia. Depois da Segunda Guerra se mudou para o Brasil, onde conheceu o anti-herói cujo único poder era a paixão pela vampira. Ele a transformou em humana. Seu paradeiro foi descoberto ao mesmo tempo pelos Caçadores e pelos vampiros, os dois inimigos de quem fugia. Foi sequestrada pelos interessados em descobrir a cura para o sol. E caçada pelos contrários com mesmo objetivo ao inverso. O marido revirou o mundo para encontra-la e resgata-la. A vampira curada foi contratada pelos Caçadores, como consultora. Ajudou a salvar os vampiros que aceitavam retornar, criando um poderoso exército de ex-vampiros. Entrou para o clube das mulheres mais poderosas do planeta, se valendo de uma arma feminina e letal: um sorriso. Tudo isto está descrito em detalhes na trilogia Alana Ghosten e o novo mundo, publicada na Amazon em volumes individuais e em um único volume com as três partes. Ela continua por aí e vai aparecer em outros livros.

Parabéns a todas as mulheres, por este dia e por todos os outros.



 
 
 

1 comentário


marsilnunes
05 de jan. de 2021

A saga de Alana mostra que o amor e o ódio, na medida certa, são capazes de curar vampiros e melhorar humanos, uma sequência que muda o conceito de vampiros e lobisomens e o motivo de suas guerras, diferente do que me fora apresentado no passado em outras mídias, por outros autores.

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